Burocracia X burrocracia? Existe diferença?

Inventei uma nova palavra? Escrevi errado, não? Foi um erro de datilografia? Não.

Foi a forma como encontrei para chamar a atenção para estas situações que encontramos em nosso dia a dia no desempenho rotineiro de nossas atividades profissionais.

A burocracia, que normalmente é relacionada a processos lentos e demorados dos serviços públicos, foi teorizada para almejar a excelência com processos detalhados de como as atividades devem ser realizadas.

Então, a burocracia são as etapas, controles e rotinas dentro de um processo e que não é boa nem ruim, a verdade é que dependendo de cada situação ela pode ser uma coisa ou outra.

Um claro exemplo da ruim são as etapas e controles excessivos que atravancam a execução de serviços causando desperdício de tempo e energia como vemos em vários serviços públicos.

Por outro lado, um pouco de burocracia é até saudável por que ela pode ser o rastreamento do cumprimento de tarefas e rotinas, possibilitando o acompanhamento, a avaliação e a gestão de pessoas e processos.

Um processo onde você acaba com toda a burocracia pode tornar a gestão difícil e complicada.

Há algum tempo encontramos um problema em um cliente onde diversos processos de registro de informações foram eliminados por serem considerados burocráticos sob a alegação que geravam custos à organização.

Muitos dos processos foram aparentemente acelerados, entretanto quando ocorrem falhas de qualquer natureza não temos documentação para entender as falhas nem para procurar soluções.

Nesta hora tenho que dar meu braço a torcer e reconhecer a sabedoria dos mais antigos que sempre me ensinaram que a diferença entre o remédio e o veneno, muitas vezes está na dose.

Os 3 porquinhos empreendedores

Os 3 porquinhos empreendedores descobriram uma oportunidade de mercado e resolveram aproveitar.

O primeiro resolveu que não podia perder o timming e lançou um produto que pegou como fogo de palha. Mas veio a primeira dificuldade e logo o negócio caiu.

O segundo resolveu que precisava de mais consistência e construiu um modelo de negócio com uma pequena estrutura. Mas veio a primeira crise e logo o negócio caiu.

O terceiro planejou, fez fundações sólidas e subiu um empreendimento duradouro, erguido à base de muito esforço bem empregado. Mas veio a dificuldade e a crise…e ele se manteve em pé.

E você, como construiu o seu negócio?

Quando investimos energia, suor e muito esforço precisamos planejar para garantir que sejam bem feitos. Pois, o planejamento é a base da fundação para a construção de um negócio próspero e duradouro.

Toda venda é única? Sim e Não

Se você for vendedor vai defender que toda venda é única e vai se apegar a todas as exceções possíveis para defender seu ponto de vista.

Agora se você for um gestor e acreditar nisso vai ter uma grande dor de cabeça.

Do ponto de vista do consumidor ou do cliente, cada atendimento deve ser personalizado e único. Entretanto para que a empresa tenha um padrão de qualidade devemos ter certos procedimentos.

A verdade por trás de tudo isso é que cada venda deve seguir um processo e ele deve ser personalizado para cada cliente. Isso deve cobrir algumas áreas que garantirão a qualidade e depois devemos personalizar outras.

A maioria dos profissionais não gosta de processos e rotinas, em especial os vendedores. É por isso que o gestor, que já foi um vendedor,  tem que mudar a mentalidade da sua equipe e provar que vender é um processo que deve ser seguido.

Sem isso a administração dos objetivos se torna inviável, deixando o gestor refém da equipe de vendas.

Depois os problemas se acumulam, o que Impossibilita o estabelecimento de um padrão de qualidade de atendimento e a avaliação individual de cada profissional.

O gestor deixa de ser um gestor para se tornar o “consertador” de vendas mal construídas.

De qualquer forma esta crença é fruto do não entendimento da evolução do consumidor e da sociedade. E isso traz diversos novos desafios iceberg para as vendas.

Você concorda com isso? Como você faz a gestão de suas vendas?

Depois do isolamento vem a liberdade. E o que fazer com ela?

Estamos vendo muitas pessoas, nas redes sociais, querendo o fim do isolamento social.

Entre brincadeiras e besteiras, um dos motivos é muito sério: a volta das atividades profissionais. Principalmente, pequenos empresários, prestadores de serviços e quem trabalha nas áreas de vendas e eventos.

Então agora Imagine que o isolamento social acabou. Qual é a primeira coisa que você vai fazer? Voltar a sua velha rotina ou mudar alguma coisa nela?

Esse tempo em que estamos afastados de todos e de tudo mostrou como fomos pegos de surpresa.

Estamos vivendo um momento crucial, que vai exigir uma série de mudanças na forma de ver a vida, de se comportar e trabalhar.

Muitos falam que o que estamos passando é um processo de renovação.

Em parte isso é verdade porque precisamos aprender uma nova habilidade, adquirir conhecimento e mudar algumas atitudes.

Uma dessas atitudes é não deixar tudo para a véspera. Quando a gente acha que nada vai acontecer é aí que acontece.

Agora a economia está sofrendo os efeitos dessa crise e vamos ter uma pandemia de ações e atitudes, tanto positivas quanto negativas.

As empresas terão que ser ainda mais competitivas e rever seus processos. Tudo porque os consumidores, com menos dinheiro no bolso, vão pensar duas vezes onde gastar.

E para conquistar esses consumidores, nós precisamos pensar em cada passo. Planejar tudo com cuidado para se destacar dos concorrentes.

A corrida já começou e se você parar para analisar, vai ver empresas que pisaram fundo sem saber aonde ir e outras que estão indo num ritmo mais seguro.

Uma lição importante disso tudo é que esse espírito solidário que tomou conta do mundo também deve ser aplicado nos negócios.

Duas cabeças pensam melhor do que uma. Ainda mais agora que seremos colocados de volta ao mercado e que estará ainda mais disputado.

Bens duráveis e de alto valor. A saga da conversão de vendas.

Toda venda tem seus desafios e são diversos fatores que podem levar um profissional ao sucesso em vendas.

Só que se você trabalha com automóveis, imóveis e outros produtos de alto valor precisa ser muito melhor que qualquer outro vendedor.

Ainda mais agora que estamos passando por um período difícil e de muitas incertezas. Cada um tem uma opinião sobre como enfrentar essa fase.

Muitos ainda falam sobre processos, alguns de comunicação eletrônica e outros sobre o uso do Whatsapp.

Mas a verdade é que precisamos entender a revolução social e como ela altera o comportamento do mercado.

Nós éramos uma sociedade de consumo e valorizávamos bens e o status que isso trazia. Nessa época precisávamos de processo de atendimento.

Depois passamos para a sociedade da informação e o processo deixou de ser tão relevante. O controle do processo passou para as mãos do consumidor.

Agora estamos em uma outra revolução a Mobile e não adianta saber mexer em um aplicativo de comunicação apenas.

O fato é que precisamos conhecer e, se possível, dominar várias ferramentas de comunicação.

Assim se quiser ter sucesso você precisa unir processos, conhecimento e comunicação. Enfim você precisa se tornar um alquimista de vendas.

Home Office. Sonho de liberdade ou uma arapuca?

O sofá aconchegante ou colocar o notebook sobre as pernas na cama. A televisão ligada ou o som ligado.

Uma pausa para um cafezinho ou uma olhada rápida nas mídias sociais. Responder aquele amigo no WhatsApp ou ver as notificações do LinkedIn.

Faltou falar dos filhos, da esposa ou marido, pai/mãe/irmão, cachorro e papagaio dividindo o seu espaço de trabalho.

Em tempos de quarentena por causa do Covid-19, nós estamos sendo obrigados a fazer o famoso Home Office.

Para alguns isso já é uma rotina faz tempo, para outros é uma novidade cheio de armadilhas sutis para tirar a concentração.

Tenho um amigo que para trabalhar em casa coloca fones de ouvido e fica escutando música e podcasts para conseguir se concentrar e produzir.

Crie seu ambiente de trabalho

É importante você ter um espaço onde possa trabalhar tranquilamente. Mesmo que tenha só um canto, você precisa ter 2 DI´s: disciplina e discernimento.

Disciplina para estabelecer o horário que será dedicado ao trabalho e suas pausas, cumprindo seus compromissos diários.

Discernimento para evitar as distrações. E nessa fase de isolamento social, as tentações são muitas, como os exemplos citados no começo desse texto.

Você precisa saber quais são as suas prioridades e atuar de acordo com elas. Siga uma regra de ouro: o que é urgente e não é importante, deixe para depois.

Desligue as notificações das mídias sociais que você segue. Assim sua cabeça e seus dedos ficam focados no trabalho.

As mensagens do WhatsApp, que não sejam do trabalho, podem ser respondidas no fim do expediente.

Uma dica que vai ajudar você é escrever tudo o que tem que fazer no dia e seguir seu cronograma à risca.

Dessa forma, você escapa de várias arapucas que o “lar doce lar” deixa espalhado por aí.

Assim a sua produtividade se mantém em alta e não vai parar embaixo do sofá ou em cima do guarda-roupa.

Então agora mãos à obra e comece a organizar sua agenda de tarefas e os horários que têm à cumprir.

Isolados em casa em busca do tempo perdido.

Parece coisa de Hollywood. Ruas desertas, a maioria em casa torcendo pelo final dessa história dramática.

Estamos vivendo um enredo que mistura aventura e suspense. Diferente da ficção, nós somos os protagonistas e precisamos encontrar uma forma de ficarmos bem quando essa pandemia do Coronavírus terminar.

A primeira batalha é enfrentar a quarentena da melhor maneira possível.

Quem não pode trabalhar em casa, pode procurar cursos online para aprimorar seus conhecimentos, organizar documentos, ler livros e tudo que ocupe a mente de forma saudável.

Nesse momento tão delicado é importante evitarmos a contaminação com informações falsas, histeria e pessimismo.

Quando essa pandemia passar, nós teremos que arregaçar as mangas e recuperar o tempo perdido. Ele é precioso demais para ser desperdiçado.

Teremos pela frente muitos desafios para encontrar soluções que mantenham as empresas de portas abertas, garantindo empregos e geração de renda.

Prevenção sempre é o melhor remédio.

A pandemia do Covid-19 é a oportunidade da gente se preparar para que isso não contamine a economia e gere mais uma crise.

Enquanto estiver em casa coloque no papel seus planos, suas metas, o que deseja melhorar na sua vida.

Aproveite bem esse tempo se preparando para alcançar melhores resultados quando voltar a trabalhar.

Lembre-se: quarentena não é férias!

Se sua função é operacional, que tal buscar um curso que possa melhorar seu desempenho? Diversas plataformas e profissionais estão disponibilizando materiais que podem ajudar você.

Seu cargo é de gestão, além de poder aprimorar mais seus conhecimentos, aproveite para analisar o trabalho e o processo de trabalho da sua equipe.

Essa é a hora de estudar e criar estratégias para melhorar processos e montar um plano para a sua equipe alcançar melhores resultados daqui alguns dias.

Enquanto os que sempre reclamam da falta de sorte, você pode usar o período da quarentena para fazer tudo acontecer do jeito que desejar. Pense nisso!

Convocação Empresários e empreendedores

Desde 5 de março estão publicados os primeiros episódios do podcast Business na Veia!, um projeto que estamos desenvolvendo em parceria com a Lado A Lado B Comunicação.

Trabalhando com consultoria escutei muitos empresários dizendo que escutam os donos das empresas unicórnios falando que abriram a empresa e bum, ficaram ricos e isso não os motiva, mas os deprime.

Para muitos parece que o sucesso é uma coisa que basta você começar que ele vem. Mas isso está no destino dos unicórnios, que são menos de 1% das empresas e startups.

A verdade é que se você tem uma ideia, acredita nela e está disposto a investir sono, energia, recursos e muitas outras coisas, pode ser que dê certo, mas o tempo em que isto vai acontecer é outra história.

Isto não quer dizer que não vale a pena seguir o caminho, por que muitas vezes o prêmio não está na chegada, mas é recolhido durante todo o caminho.

Em cada um dos episódios teremos um empresário/empreendedor que irá contar sobre seu trabalho, dar umas dicas e sua trajetória, por que na maioria dos casos o caminho é longo e duro, mas todos são pessoas vitoriosas.

Estes primeiros convidados na sua maioria são nossos parceiros ou amigos, com quem compartilhamos projetos, frustrações e muitas risadas e espero que mostre que a dura vida de empresário/empreendedor vale a pena.

Como está a taxa de conversão de seus atendimentos?

Taxa de conversão é um dos vários indicadores para gestão de vendas, mas ao contrário de faturamento e volume de vendas que mostram somente o resultado, a taxa de conversão mostra a eficiência do trabalho.

A maioria dos negócios onde a presença do vendedor, corretor ou atendente é indispensável para que a compra ou venda se realize pode estar vivendo problemas que impactam diretamente no resultado, e que ainda não foram constatados.

Parte destes problemas pode ser fruto do modelo de atendimento adotado, várias operações renovam o mobiliário, as instalações e a comunicação periodicamente, mas seguem o mesmo processo e modelo de trabalho do século passado.

O problema é que a sociedade e as pessoas mudaram e para se construir uma venda precisamos rever a forma como construímos nossos relacionamentos com o consumidor.

Muitos modelos de treinamento se baseiam em teorias e na construção que funcionava com uma sociedade que não existe mais, as necessidades e o comportamento dos consumidores têm valores e princípios diferentes.

Assim, precisamos inovar na forma e no modelo que trabalhamos, procurando proporcionar uma melhor experiência de compra ao consumidor por que este será o caminho para melhores resultados.

Como está a sua taxa de conversão?

Evolução, transformação & mudança

Nos últimos 50 anos a sociedade, a cultura e as relações humanas sofreram tantas transformações que que muitas pessoas, profissionais e empresas ainda não conseguiram se adaptar.

Os valores e a forma como nos comunicamos mudaram e a relações se transformaram, criando novas necessidades, condutas e atitudes em relação a pessoas, relacionamentos, profissões e consumo.

Dentro deste caldeirão de mudanças as chamadas carreiras comerciais sofreram uma grande inversão de posição de poder que virou de cabeça para baixo a forma como administrar o atendimento e a relação com o consumidor.

Em diversos mercados vemos profissionais atendendo seus clientes como se estivessem fazendo um favor em dar atenção ao possível comprador, que muitas vezes tem a percepção de que está atrapalhando a rotina do profissional.

Esta situação reflete bem o comportamento de um profissional que não sabe como agir e que não entendeu as mudanças.

Uma pesquisa do grupo McCann mostra que a maioria (quase 80%) dos consumidores chega às lojas com atitudes ruins, mas outra pesquisa mostra que quase 90% dos consumidores tenta contatos por e-mail e mídias sociais com as lojas e ficam frustrados.

Se olharmos estas estatísticas com cuidado vamos concluir que o consumidor é o mesmo e a atitude é fruto de uma frustração previa que faz com que o cliente tenha esta atitude ruim.

Nossos profissionais de atendimento precisam evoluir e precisam se conscientizar que precisa melhorar ou vão ser substituídos em breve por que logo vai surgir uma nova geração de vendedores.